Os piores e melhores aeroportos para esperar pelo próximo voo

São Paulo – Ter que passar horas no aeroporto à espera do próximo voo, na maior parte dos casos, é uma tarefa pouco agradável. Agora, o cenário complica quando o estabelecimento não oferece condições mínimas de conforto. É o que acontece com uma parte considerável dos aeroportos brasileiros.

A última pesquisa de satisfação de passageiros da Secretaria de Aviação Civil revela que os aeroportos do país ainda têm muito a melhorar na infraestrutura oferecida nas salas de embarque. O estudo leva em conta os 15 aeroportos mais relevantes para os eventos realizados no Brasil entre 2013 e 2016, como a Jornada Mundial da Juventude, a Copa do Mundo e as Olimpíadas do Rio.

Na média, todos tiveram notas regulares na avaliação do conforto das salas de embarque, qualidade da internet e número disponível de tomadas – itens básicos para quem precisa encarar longas horas de espera nos aeroportos.

Segundo a avaliação dos passageiros, o aeroporto de Cuiabá (MT) é o pior nesses critérios. A unidade teve o pior desempenho em todos os critérios compilados por EXAME.com – com exceção de um, quando ficou na antepenúltima posição.

Em contrapartida, o aeroporto de Natal (RN), que responde pela sala de espera mais confortável do Brasil, é o que apresentou a melhor nota média entre os itens analisados.

É bem verdade que a condições dos aeroportos brasileiros segundo os próprios passageiros melhorou nos últimos meses. Mas os dados a seguir mostram que ainda falta um tanto para que eles atinjam um padrão de excelência para quem precisa passar longos períodos por lá.

Metodologia: Os aeroportos foram listados de acordo com a nota média que eles alcançaram no parecer dos passageiros no Relatório de Desempenho Operacional dos Aeroportos, divulgado no início de agosto pela Secretaria de Aviação Civil.

Foram considerados cinco critérios: conforto da sala de embarque, qualidade da internet, disponibilidade das tomadas, sensação de proteção e segurança e limpeza dos sanitários.

O ranking foi elaborado de maneira inversa: dos aeroportos com as piores notas para os com as melhores.